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Publicado em 15 de maio de 2019, por Redação The List

De Goeye

Peças atemporais, que não seguem o calendário sazonal da moda, feitas apenas com as melhores matérias-primas do mundo. Destaque para a modelagem, que segue a essência cool com pitadas étnicas bem sutis e para os vestidos de festa, com decotes, transparências e brilhos que ressaltam o sex appeal feminino de um jeito muito sofisticado. Rua Joaquim Antunes, 152, Pinheiros (SP)

Hermès

A grife transformou duas bolsas, a Kelly (batizada assim em homenagem à Grace Kelly) e a Birkin (criada em homenagem à Jane Birkin), nos maiores símbolos de elegância atemporal. Feitas à mão, com costuras aparentes e os melhores couros do mundo, elas encantam gerações. Lenços de seda são um capítulo extra e também estão entre os itens mais desejados – os tradicionais carrés ganham estampas tal quadros e são usados pelas mulheres mais elegantes do globo. www.hermes.com

Fendi

Fendi, maison que redefiniu o conceito de pele (o fun fur), fez desfiles históricos – na muralha da China, na Fontana di Trevi – e transformou uma bolsa, a Baguette, em obra de arte. O estilista alemão, Karl Lagerfeld, foi o grande responsável pelo sucesso do prêt-à-porter e de tendências lançadas pela grife, como os Karlitos, chaveiros de pele que viraram objeto de desejo, e a febre do FF, logotipo que virou febre, estampado em casacos de pele e até meias-calças usadas por mulheres do mundo todo. www.fendi.com

Alexandre Birman

Alexandre Birman se transformou rapidamente em uma marca global, com presença em red carpets e pontos de vendas nas melhores multimarcas do mundo. Mérito de um design simples, mas muito feminino, que tem como principal cartão de visita a Clarita, sandália delicada, com amarração no tornozelo, reeditada em materiais como couro, camurça, veludo, tecidos étnicos e até cristais Swarovski. www.alexandrebirman.com.br

Brunello Cuccinelli

Peças bonitas, atemporais e feitas com o melhor do melhor. Foi em 1978 que Brunello começou um pequeno business, fincado na ideia do cashmere, material que se transformou em fetiche, símbolo da etiqueta e que até hoje dá vida a delicados pulôveres feitos à mão. Somam-se a ele mohair, alpaca, veludo, suede à prova d’água e bordados de paetês. www.brunellocuccinelli.com

Lapima

A Lapima debutou em 2016, com a proposta de criar óculos de sol com shape forte e qualidade de primeira: a arquitetura e o desconstrutivismo são referências frequentes. O resultado? Modelos que transitam no chamado retrô futurista, com armações maiores e cheias de ângulos. www.lapima.com

Louis Vuitton

A maison ganhou contornos pop sob a gestão de Marc Jacobs . O estilista transformou até tênis em objetos de desejo – caso do LV Archlight Sneaker. E, claro, independentemente dos hits das passarelas, a LV continua sendo o destino de clientes fiéis, que colocam suas iniciais ao lado do icônico monograma, em passaportes, carteiras ou malas, honrando o legado de uma das marcas mais tradicionais da França. www.louisvuitton.com

Prada

Na Prada o improvável se torna sofisticado, balanceado sempre por uma silhueta retrô e por matérias-primas de luxo. À frente da Fundação Prada, em Veneza, Miuccia também faz as vezes de mecenas, e, não à toa, tem uma relação estreita com esse universo. A loja Prada Epicenter de Nova York, por exemplo, guarda muito mais do que roupas: há espaços para performances, galeria, projeções e muito mais. www.prada.com

Bottega Veneta

As mais icônicas do mundo: as bolsas da Bottega Veneta dispensam logos e são reconhecidas apenas por quem entende do assunto graças ao couro trançado pelas mãos de artesãos, o famoso intrecciato. www.bottegaveneta.com

Dior

De mulheres flores a mulheres empoderadas. Em 1946, a Dior se lançou como a grife feminina por essência, com saias rodadas e jacket bar. Com o tempo, porém, ganhou também status feminista: t-shirts com frases-manifesto a exemplo de “We should all be feminists” a lingeries aparecidas ou coleções inspiradas em artistas como Nikki de Saint Phalle, ícone dos anos 60, a regra é usar a moda como retrato do tempo. www.dior.com

Paula Raia

Com criações autorais e poéticas, que mesclam matérias-primas sofisticadas e rústicas, Paula Raia injeta brasilidade em vestidos de festa feitos à mão. Arquiteta de formação, Paula abriu a marca homônima em 2010. Desde então, tem se dedicado à pesquisa de materiais, texturas, acabamentos, modelagens e à força do sagrado feminino. www.paularaia.com

NK Store

A NK Store, é um show de arquitetura e design, se igualando ao que vende: o melhor da moda nacional e internacional, além das marcas próprias – a NK Collection e a Talie NK. Entre Stella McCartney, Proenza Schouler, Balmain, Philosophy ou Mansur Gavriel, a certeza é a mesma: tudo o que está à venda ali é de extremo bom gosto. www.nkstore.com.br

Chanel

Tradição e background, são características fundamentais quando falamos de luxo. E, neste quesito, poucas marcas se igualam à Chanel. Quando Karl Lagerfeld assumiu a casa, em 1983, deu ritmo novo e pop às lendárias criações. Fazendo da Chanel um dos nomes mais difundidos do universo, de esmaltes a tênis, de bolsas a pranchas de surfe. www.chanel.com

Gucci

Tudo o que a marca italiana faz vira moda, seja no feminino ou no masculino, ou no genderless. Atualmente, muitas estampas quase kitsch, elementos esportivos e geek e, claro, acessórios-desejo como as bolsas Dionysus, a pochete GG Marmont e os slippers Princetown, fazem a festa da chamada Gucci Gang, jovens ligados 24 horas no universo de luxo divertido e street. www.gucci.com

CURADORIA DE:

Renata Piza é jornalista e stylist. Foi editora de moda e redatora- chefe da ELLE por oito anos e colabora com as principais revistas do setor. Vive de contar histórias – sejam elas matérias, livros ou projetos especiais relacionados à moda e à arte. Acredita que uma imagem pode valer por mil palavras, mas que as palavras, bem escritas, podem ajudar a transformar vidas.

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