Por meio de um processo exclusivo da marca, flores e outros elementos naturais recebem camadas de metais preciosos e acabamento delicado


No Dia dos Namorados, a Verde Joias aposta em presentes que atravessam o tempo. Conhecida por transformar elementos naturais reais em joias e objetos de design, a marca apresenta uma curadoria de peças produzidas a partir de flores, folhas e raízes, preservadas por meio de uma técnica exclusiva de eternização. Para a ocasião, a rosa, símbolo clássico do amor, ganha destaque na coleção em uma interpretação que une natureza, afeto e arte.

Rosa Eterna (a partir de R$ 798) é desenvolvida a partir de uma flor verdadeira, colhida de forma responsável na natureza e preservada em sua estrutura original, mantendo texturas, formas e ramificações únicas. Em seguida, a peça recebe camadas de metais preciosos por meio de um processo exclusivo criado pela Verde Joias, transformando-se em uma joia permanente pensada para atravessar o tempo e eternizar memórias.  O símbolo máximo da coleção também aparece no Buquê Eterno (a partir de R$ 2.490), que combina rosas e orquídeas em uma peça de design de grande impacto visual e significado afetivo.

A seleção para a data ainda reúne diferentes elementos botânicos ligados à graça, beleza e conexão. Flores de jasmim, tradicionalmente associadas ao carinho e à sensibilidade, aparecem em brincos (a partir de R$ 308) e anéis duplos (a partir de R$ 361). Já a margarida, representante da pureza, da paz e da bondade, adorna um colar (a partir de R$ 498) delicado.

Conjunto Orquídea – Foto: Andrea Rego Barros

As orquídeas, símbolos de beleza, força e singularidade, dão origem acolares (a partir de R$ 2.418), brincos (a partir de R$ 1.075) e anéis (a partir de R$ 996) com design escultural e acabamento sofisticado. A coleção também inclui pulseiras produzidas com folha de Imbé (R$ 350), conhecidas por atrair proteção e resiliência, e folhas naturais de arruda (a partir de R$ 191, cada), disponíveis em versões femininas e masculinas.

Todas as peças passam por um processo artesanal e níquel free, no qual elementos naturais coletados após podas ou já desprendidos da natureza recebem camadas de metais nobres e acabamento em ouro e prata. Ao final, a flor ou folha deixa de ser efêmera e passa a existir como joia permanente, carregando não apenas valor estético, mas também memória e significado afetivo.

Pulseiras de Arruda – Foto: Andrea Rego Barros

Com direção criativa de Fernanda Dubeux, a Verde Joias construiu um novo espaço dentro da joalheria autoral brasileira ao utilizar a própria natureza como matéria-prima. Cada peça preserva formas, nervuras e texturas originais impossíveis de serem reproduzidas manualmente, equilibrando processos artesanais de ourivesaria e tecnologia especializada. Com produção limitada, a marca reforça sua proposta de transformar a natureza em arte e eternizar histórias por meio do design original brasileiro.

[+] Sobre Fernanda Dubeux:

Advogada de formação, com trajetória na vida pública e experiência como gestora na área de empreendedorismo, Fernanda Dubeux trouxe visão estratégica e sensibilidade criativa à Verde Joias. Como CEO e diretora criativa, é responsável por estruturar um negócio que alia inovação, sofisticação e propósito, criando um nicho na joalheria brasileira, no qual a natureza não é inspiração, mas parte integrante da peça final.

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